
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara está
dividida sobre como tratar a denúncia contra o presidente Michel Temer
por corrupção passiva. Uma parte defende um rito longo, com a coleta de
vários depoimentos, e um grupo prefere acelerar os trabalhos ao máximo.
Nesta quinta-feira (6), o presidente da comissão decidiu que não vai ouvir ninguém de fora.
O presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco, consultou a assessoria da
Comissão de Constituição e Justiça e decidiu não permitir que o
procurador-geral da república, Rodrigo Janot, fale na comissão ou que
sejam apresentadas novas provas.
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