O delegado de Polícia Federal Victor Hugo Rodrigues
Alves afirma que uma das empresas investigadas na Operação Papel
Fantasma emitiu debêntures de R$ 30 milhões, mas não tinha funcionários e
veículos.
Nem site na internet.
A PF investiga fraudes milionárias e
crimes contra o sistema financeiro envolvendo a aquisição de papéis sem
lastro por fundos de investimentos cujos principais cotistas são
Institutos de Previdência Municipais.
A Operação Papel Fantasma foi deflagrada, onde a PF cumpriu nove
mandados de busca e apreensão expedidos pela 6.ª Vara Criminal Federal
de São Paulo.
O inquérito foi instaurado em janeiro após a PF receber informação de
que os administradores de uma corretora de valores haviam adquirido
diretamente, o que é proibido, debêntures emitidos por uma empresa
fantasma com patrimônio incompatível com os títulos que emitiu sem
lastro. Os diretores dessa empresa eram os sócios da corretora de
valores. As informações são de O Estado de São Paulo.
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