Essa medida interfere diretamente na cultura nordestina, pois a
prática da vaquejada nos reporta às nossas origens, lembrando ainda que
afetará, principalmente, os cidadãos que de forma direta ou indireta
dependam desse esporte. É importante registrar que o tradicional esporte
mobiliza as pessoas, gera emprego e renda e já faz parte da economia do
nosso Estado.
Em Pernambuco, antes da referida decisão do STF, o Ministério
Público, juntamente com a Associação Brasileira de Vaquejadas, firmaram
parceria com a finalidade de proteger e defender os animais que são
utilizados nos eventos.
Por Jorge Corte Real – deputado federal
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