
A cúpula do PMDB está em guerra. O partido
considerava resolvida a questão com Moreira Franco e contava com
recursos da Fundação Ulysses Guimarães, presidida por ele, para bancar
campanhas municipais.
Mas o primeiro turno acabou sem um centavo sair da entidade.
A sigla teve de pedir antecipação de dinheiro do fundo partidário
para honrar compromissos com candidatos. Em retaliação, o presidente do
PMDB, Romero Jucá, congelará o repasse de R$ 10 milhões à fundação.
Advogados da fundação elaboraram um parecer usado por Moreira Franco — um dos mais próximos auxiliares de Michel Temer.
O documento desencoraja o repasse e diz que, mesmo que fosse feito, só poderia, por lei, acontecer em janeiro.
A divergência ocorre no coração do governo e após rumores — negados
pelo Planalto — de embates entre ministros fortes do presidente da
República.
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